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Espaço do Nelson

Visão Informada Sobre Todas as Actividades de um Sistema Ostensivamente Comparado com a Insígnia da Alma que lhe deu a conhecer a Luz.
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11/13/2009

Evento: Techdata 8º Forum Anual de Tecnologias de Informação e Comunicação

Forum TI - ConviteNos próximos dias 17 e 19 de Novembro, a Tech Data vai voltar a reunir os maiores especialistas na área das tecnologias de informação e comunicação com o objectivo de debater temas críticos da actualidade, práticas de inovação e tendências tecnológicas com impacto no actual cenário tecnológico e económico.

O evento que conta já com sete realizações anteriores, na edição de 2009 vai distribuir-se pelas cidades de Lisboa e Porto, estando agendado para 17 de Novembro no Centro de Congressos de Lisboa e 19 de Novembro na Casa da Música do Porto.

O evento conta com o apoio de mais de 15 empresas, entre as quais a HP e a Toshiba, bem como de um conjunto de personalidades, que tanto em Lisboa como no Porto irão certamente ajudar os participantes a melhor compreender a realidade e os desafios para o futuro no plano dos negócios que envolvam o sector.

Mais informações sobre o evento

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11/11/2009

Microsoft relaciona taxas de malware com versões piratas do Windows

Logo-Microsoft A Microsoft veio dizer esta semana que os computadores de países com elevadas taxas de pirataria de software estão mais propensos a infecções por código malicioso, porque os seus utilizadores não instalam correcções de segurança e outras actualizações com frequência. “Existe uma relação directa entre a pirataria e as taxas de infecção de malware”, sustenta Jeff Williams, responsável do Centro de Protecção contra o Malware da Microsoft, autor da última edição do relatório de segurança da companhia, publicado esta semana.

Segundo Williams, a relação entre os rácios de infecção de PC e a pirataria deve-se ao facto de os utilizadores de países em que proliferam as cópias falsas do seu software não utilizarem o Windows Update, o serviço que disponibiliza correcções de segurança para os equipamentos. Na China, por exemplo, a taxa de pirataria é quatro vezes superior à dos Estados Unidos, de acordo com os dados do relatório da Microsoft, enquanto o uso do Windows Update neste país asiático é significativamente menor que nos EUA. Também no Brasil e na França as taxas de pirataria são mais elevadas e o uso do Windows Update mais baixo que nos EUA.

Mas os dados da gigante do software nem sempre apoiam os argumentos de Jeff Williams, segundo o qual a pirataria e a renitência na utilização do Windows Update conduzem a um número maior de PC infectados. A China, por exemplo, tem uma taxa de infecção por malware de 6,7 por cento, que está muito abaixo da média mundial de 8,7 por cento ou mesmo da dos Estados Unidos, que é de 8,2 por cento. O rácio de infecção por malware em França era de 7,9 por cento no primeiro semestre de 2009, o que coloca este país abaixo da média mundial.

Dos três países que a Microsoft cita como exemplos de nações cujos utilizadores não são propensos a utilizar o Windows Update devido aos elevados índices de pirataria, só o Brasil se encaixa nos argumentos de Williams. O nível de infecção neste país é de 25,4 por cento, o que representa quase três vezes mais que a média mundial.

Mas outros países com taxas de infecção por malware acima da média também têm elevados índices de pirataria. Pelo menos é o que apontam os dados publicados no passado mês de Maio pela BSA, uma organização anti-pirataria da qual a Microsoft é membro, e pela consultora IDC.De acordo com a Microsoft, a Sérvia e Montenegro tem a taxa de infecção mais alta do mundo, com 97,2 em cada mil computadores infectados por malware, ou seja, perto de 10 por cento. A Turquia ocupa o segundo lugar, com 32,3 PC infectados em cada 1000, enquanto o Brasil, a Espanha e a Coreia do Sul ocupam as seguintes posições, com taxas de malware de 25,4, 21,6 e 21,3 computadores por cada mil, respectivamente.

De acordo com os números da BSA, na Sérvia o uso de software sem licença alcançou, em 2008, os 74 por cento, enquanto a Turquia, Brasil, Espanha e Coreia do Sul têm rácios de 64, 58, 42 e 43 por cento, respectivamente. Nos Estados Unidos, a pirataria chega aos 20 por cento, sendo que a média mundial se situa nos 41 por cento.

Apesar de a Microsoft pretender que os utilizadores resolvam as suas vulnerabilidades utilizando o Windows Update, as pessoas que usam cópias não licenciadas do Windows são, tradicionalmente, as mais receosas de aplicar essas correcções, pensando que o Windows Update pode reconhecer o seu software como ilegal.
Os esforços da Microsoft na sua luta contra a pirataria, particularmente no que se refere à implementação de tecnologia capaz de detectar cópias ilegais nos PC dos utilizadores, têm encontrado muita resistência. No ano passado, por exemplo, um vasto grupo de utilizadores chineses manifestou-se contra a Microsoft quando esta resolveu actualizar a sua tecnologia de validação e notificação anti-pirataria Windows Genuine Advantage (WGA). Mas não foram os únicos. Também os utilizadores americanos protestaram contra esta tecnologia e, em Junho de 2006, a Microsoft acabou mesmo por enfurecer muitos utilizadores ao lançar uma versão do WGA aos utilizavam o XP através do Windows Update, classificando-a como uma actualização de “alta prioridade” que se descarregava automaticamente, instalando-se na maior parte das máquinas sem a aprovação dos utilizadores. Um ano depois, uma falha nos servidores que durou m dia inteiro irritou centenas de pessoas que foram erradamente tomadas por utilizadores de cópias falsas do Windows.

O incidente de 2006 chegou mesmo a levar a Microsoft aos tribunais, sob a acusação de enganar os utilizadores do Windows Update para que instalassem o WGA. Já no mês passado, a Microsoft interpôs recurso a esta acção judicial.
Pode fazer o download do relatório de segurança da Microsoft nas versões PDF e XPS a partir da sua página Web.

Fonte: ComputerWorld.pt

Artigo Relaccionado: Relatório sobre segurança publicado pela Microsoft coloca Portugal na «lista negra»

Adeptos do Sporting dão preferência a treinador português

Sporting Clube de Portugal Uma sondagem, sem qualquer valor científico, disponível no portal MSN Desporto Portugal, mas que já conta com mais de 10.000 respostas, mostra bem qual é a vontade dos adeptos Sportinguistas para o próximo treinador do clube. Através da mesma pode facilmente perceber-se que a manifesta maioria (70%) prefere um treinador português, contudo de todos os que são apresentados para votação não há propriamente um que há nenhum que concentre nele a maioria das preferências.

Posto isto, e se os dirigentes do Sporting Clube de Portugal, decidirem ouvir os adeptos, ainda que uma vez que seja, provavelmente nenhum dos treinadores aqui apresentados será o futuro treinador do Sporting.

Questionário

  1. Paulo Bento fez bem em demitir-se?
    1. Sim
      68%
    2. Não
      32%
  2. Quem gostaria de ver como próximo treinador do Sporting?
    1. Manuel Machado
      12%
    2. André Vilas Boas
      14%
    3. Carlos Brito
      4%
    4. Zico
      8%
    5. Manuel José
      13%
    6. Co Adriaanse
      8%
    7. Manuel Fernandes
      9%
    8. Lazlo Boloni
      11%
    9. Outro…
      21%
  3. Preferia um treinador…
    1. Nacional
      70%
    2. Estrangeiro
      30%2

 

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11/9/2009

Sessão informativa sobre a CeBIT 2010

Logo CeBIT 2010 A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã vai realizar nas suas instalações em Lisboa, no próximo dia 19 de Novembro uma sessão informativa sobre a próxima CeBIT, que tem lugar de 2 a 6 de Março de 2010, em Hanôver. Para responder a questões sobre o Exhibitor Content Management System, que garante às empresas expositoras uma presença online durante o ano todo; sobre as diferentes opções da participação, ou sobre o programa e os temas principais da CeBIT 2010, estará presente Martina Lübon, Directora da Feira da Deutsche Messe Hanôver.

A apresentação será feita em inglês com apoio na tradução das dúvidas dos participantes. A sessão informativa realiza-se entre as 10H00 e as 12H15. A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã é a representante oficial da Deutsche Messe em Portugal e presta um apoio personalizado a expositores do certame.

Espanha é o país parceiro na edição da CeBIT 2010, cujos  temas principais são Planet Reseller, Next Level 3D, Future Parc, Connected Worlds House, Green IT e Webciety. Outras temáticas não menos importantes abordadas na CeBIT são Telehealth e IT Security. Na edição de 2009 do certame participaram 4.300 expositores de 69 países e 362.500 visitantes de 77 países. Na cerimónia de inauguração, no dia 1 de Março de 2010, irá estar presente Léo Apotheker, CEO da SAP AG.

A sessão informativa dirige-se exclusivamente a empresas interessadas em expor na CeBIT.

Para mais informações contacte:
Melanie Andres
Tel: 21 3211 219

Fonte: Assoft / Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã

11/2/2009

Relatório sobre segurança publicado pela Microsoft coloca Portugal na «lista negra»

O relatório agora publicado pela Microsoft vem acrescentar mais alguns dados ao que já se conhece em matéria de segurança informática. O novo documento traça uma análise global aos mais variados tipos de software malicioso, bem como a um conjunto de venerabilidades detectadas, tanto no software da Microsoft Corporation como no software de terceiros. Segundo a Microsoft, os dados foram obtidos através da ferramenta “Microsoft Malicious Software Removal Tool”, após ter sido executada em milhões de computadores dispersos pelo mundo e medidos de acordo com o número de computadores “desinfectados” por cada 1000 execuções.

Figura 1 - Taxas de infecção por país/região no 1º semestre de 2009

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De acordo com a Figura 1, Portugal regista um número entre 21 a 26 computadores infectados por cada 1000, situando-se em 13º lugar num ranking onde estão incluídos 212 países.

 

Figura 2 - Categorias de ameaças em todo o mundo e nos oito locais com o maior número de computadores desinfectados, por incidência entre todos os computadores desinfectados, no 1º semestre de 2009

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No que respeita às categorias que representam ameaças para os utilizadores, pode ver-se que nos Estados Unidos, no Reino Unido, em França e na Itália, os Cavalos de Tróia representaram a maior categoria única de ameaça. Esta categoria é igualmente representativa para a Europa em geral. Já no Brasil, pode constatar-se que são os sites de Phishing a vulnerabilidade mais explorada a este nível.

O estudo reflecte ainda que são os Worms e os Cavalos de Tróia as excepções de segurança mais detectadas pelos sistemas de Antivírus.

Outros dados

· As taxas de infecção do Windows Vista são significativamente menores que as do Windows XP em todas as configurações no 1º semestre de 2009.

· A taxa de infecção do Windows Vista SP1 foi 61,9 % é menor que a do Windows XP SP3.

· Comparando as versões RTM, a taxa de infecção do Windows Vista foi 85,3 % foi menor que a do Windows XP.

· A taxa de infecção do Windows Server 2008 RTM foi 52,6 % é menor que a do Windows Server 2003 SP2.

· Os utilizadores que procederam à actualização do seu sistema por via da instalação dos últimos Service Packs obtiveram índices de segurança superiores ao que não o fizeram.

Conclusão

Apesar de em causa estar um problema global, Portugal regista um conjunto de questões preocupantes que se prendem a vulnerabilidade dos seus sistemas de informação, seja ao nível privado, empresarial e público. Pela sua característica, estes problemas podem contribuir em larga medida para o mau desempenho do país no que respeita à defesa dos seus interesses nacionais e económicos.

Por outro lado, este também pode ser o momento indicado para desenvolver esforços no sentido da redução deste problema, o que implicará, necessariamente, um esforço de actualização por parte de toros os intervenientes, ou seja, pelas empresas, pelo estado e pelas pessoas.

Mais informação

Site Oficial do Microsoft Security Intelligence Report (SIR)
Download do Relatório

10/26/2009

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Disponível somente através do eBay

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Informações do Item

Número: 130339676863
Localização: Lisboa, Portugal
Disponível para: Mundo

10/15/2009

Estudo revela dados sobre pirataria de software na plataforma iPhone

Já não é de agora que se sabe da existência de software pirata para os Apple iPhone, bem como para os iPod Touch. A técnica para carregar software pirata para dentro das máquinas da Apple é denominada por Jailbreaking e permite que, depois de modificados (crackados) os iPhones, os utilizadores consigam instalar software não aprovado (certificado) nos mesmos. Sobre esta técnica, há quem defenda que a possibilidade de carregar software ilegal é o menos importante, pois o que realmente interessa é ter mais controlo sobre o equipamento. Pessoalmente, discordo dessa opinião.

Mas, o que não se sabia era como, e em que quantidade, o software pirata circula nos iPhones por este mundo fora. Um estudo realizado pela Pinch Media, em que foram analisados 4 Milhões de iPhones, demonstra que em 38% existia software pirata. Contudo, a consultora acredita que a taxa de incumprimento possa ser ainda maior, pois justifica que muitos utilizadores procuraram proteger-se tornando impossível a análise dos seus dispositivos.

O Fenómeno é Global

O presente estudo revela também que o fenómeno é global. Países como a China, a Rússia e o Brasil aparecem no TOP do Ranking de países com mais dispositivos a usar software pirata. O problema é, no entanto, global e por conseguinte não se pode afirmar que esteja localizado só a uma região do globo.

“Try before you Buy” – O argumento não pega junto da comunidade de utilizadores

Grande parte das aplicações disponíveis no App Store dispõem de uma versão “Lite”, gratuita mas muito limitada quando comparada com a versão final. As versões Lite dão a possibilidade do utilizador proceder a uma prévia avaliação das ferramentas antes de decidir se as vai realmente adquirir.

O que este estudo revela é que a possibilidade de testar primeiro e só comprar depois não é deveras adoptada pela grande maioria dos utilizadores, o que leva a crer que a maioria opte pela oferta ilegal. Concluiu-se que a taxa de conversão entre a versão Lite e a versão completa é de apenas 7,4%, o que quer dizer que apenas 1 em 14 utilizadores opta por adquirir a versão completa depois de ter testado a versão Lite. Já no que concerne à taxa de conversão de um produto pirata para um produto genuíno, ela é ainda menor, de apenas 0,43%, isto é, apenas 1 em cada 233 utilizadores opta por instalar uma solução legal depois de ter testado a versão pirata.

Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?

483236 No passado dia 9 de Outubro, Sérgio Nunes, Administrador da GRENKE, concedeu ao TEK do Sapo uma entrevista onde revela alguns dos benefícios dos contratos de Renting para as empresas.

Se não viu, confira aqui os pontos fundamentais.

Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?

  • Vantagens Fiscais
    As prestações do renting são 100% dedutíveis como despesas operacionais e não estão sujeitas ao imposto de selo sobre os juros e abertura de crédito. Geralmente, o IVA é dedutível; quando não dedutível tem um menor impacto na tesouraria, uma vez que o seu pagamento é distribuído pela duração do contrato.
  • Redução de custos
    Uma vez que as companhias de renting revendem o equipamento no final do contrato de renting, quando efectuam uma oferta ao cliente não consideram o custo de aquisição do equipamento por completo. Consequentemente, o valor actual da soma das prestações é inferior ao custo de aquisição do equipamento, permitindo realizar poupanças significativas.
  • Permite manter a liquidez e as linhas de crédito intactas
    Uma velha regra de ouro diz: comprar recursos apreciáveis e alugar recursos depreciáveis. Em vez de empatar capital em activos de rápida depreciação como é o caso dos computadores, impressoras, servidores, etc., pode pagar o activo ao mesmo tempo que ganha os benefícios do seu uso. Ao pagar a despesa do renting em prestações mensais, as empresas mantêm o seu capital circulante e linhas de crédito disponíveis para aplicar nas actividades que produzem lucro.
    Um outro benefício financeiro é o facto de o renting manter a dívida da empresa fora do balanço, melhorando desse modo os rácios financeiros da empresa.
  • Financiamento a 100% sem entrada inicial
    A maior parte dos métodos tradicionais de financiamento requerem um montante de entrada significativo que pode atingir os 50 por cento. O renting informático permite adquirir o equipamento sem necessidade entrada.
  • Evita reduzir o custo do inventário no final da vida útil do equipamento
    O que se segue é um cenário bastante comum: Um activo T.I. é depreciado em cinco anos enquanto que a sua vida útil é de apenas três. Após três anos, a empresa é forçada a continuar a usar o equipamento velho colocando-o num armazém para continuar a sua depreciação, ou aceitar uma perda contabilística. Com o renting informático esta situação não se coloca, pois este permite fazer corresponder o tratamento contabilístico à vida útil do equipamento.
  • Prestações regulares com pagamentos mais fáceis de planear
    As prestações mensais do renting permanecem constantes, garantindo estabilidade e previsibilidade num pequeno montante diluído na despesa mensal.
  • Gestão do Ciclo de Vida do equipamento
    Enquanto o valor do hardware diminui, em simultâneo, os custos associados à sua utilização aumentam.
    Os custos de aquisição de hardware apenas representam 20 a 25% dos custos totais da utilização do equipamento. As empresas que compram o seu equipamento T.I., focam-se apenas no custo de aquisição, perdendo de vista o custo total do ciclo de vida do equipamento. Faz mais sentido considerar, à partida, todo o ciclo de vida e tomar as decisões em conformidade.
  • Renovação Automática
    Pesquisas efectuadas pela Gartner e pelo grupo Robert Frances demonstram que substituir um desktop após três anos é financeiramente mais eficiente do que mantê-lo por um período superior. Isto acontece porque as economias no custo do hardware são compensadas pelo aumento do custo de manutenção, suporte técnico e tempo de inactividade devido a falhas relacionadas com o equipamento.
  • Gestão de activos
    A maioria das empresas de renting oferece algum tipo de ferramentas de controlo de activos, retirando um pouco este "peso" dos ombros do gestor. A gestão de activos, fornecida como um serviço gratuito, proporciona uma redução de custos e controlo consideráveis.
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Actualização à primeira versão do SAF-T PT

SAF-T PT A Portaria n.º 1192/2009 de 8 de Outubro veio actualizar a já existente (Portaria n.º 321-A/2007), que define a norma SAF-T PT.

O SAFT consiste num ficheiro para auditoria, obrigatório desde 1 de Janeiro de 2008, exportado por todas as ferramentas auxilio à gestão nas áreas de contabilidade e facturação que sejam utilizadas em território português ou por empresas que operem em Portugal. Esse ficheiro tem que cumprir um conjunto de normas impostas pela Portaria e uma estrutura homogénea, o que quer dizer que a estrutura do ficheiro terá que ser idêntica independentemente da solução de gestão adoptada pelas empresas.

Esta nova alteração pretende adaptar o ficheiro produzido ao Sistema de Normalização Contabilística (SNC), bem como à futura Certificação do Software de Facturação, que prevê que todas as aplicações deste género sejam certificadas pelo Ministério das Finanças.

Mais informação:

Portal das Finanças
Visualizador Saft-PT 1.0
SAF-T PT (Sage Portugal)

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Cibercrime: Lei entra em vigor

Cibercrime Para os mais distraídos, relembro que hoje entra em vigor a nova Lei do Cibercrime.

A partir de agora, actos como a difusão de vírus pela Internet ou qualquer outro código malicioso com o intuito de prejudicar terceiros, bem como qualquer tipo de acesso ilegítimo passam a ser punidos de forma mais severa. Há, contudo, ainda mais aspectos a considerar, pelo que aconselho à leitura da Lei n.º 109/2009.

Apesar de haver quem defenda que a lei está desenquadrada da realidade, e que pode até vir a acrescentar novas dificuldades, como o impedimento de desenvolver software ligado à área da segurança, considero que a Lei está bem concebida e que defende os meus interesses sobre esta matéria enquanto cidadão. É bom e necessário que se critique, pois só assim se chega a um verdadeiro consenso, mas esta lei era necessária pelo que não reconheço nenhuma razão nas críticas que algumas associações lhe têm feito (ANSOL e LED).

É bom relembrar que no que ao desenvolvimento (escrita) de software diz respeito, as vulnerabilidades dos sistemas informáticos não devem ser testadas de forma intencional num ambiente público (aberto) sob pena de colocar os cidadãos, as empresas e o Estado em risco. De igual modo, testar vulnerabilidades dessa forma é agir sem qualquer noção de responsabilidade social, daí que esta lei venha criminalizar esse tipo de actos.

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Nelson Lopes

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