10/15/2009
Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?
No passado dia 9 de Outubro, Sérgio Nunes, Administrador da GRENKE, concedeu ao TEK do Sapo uma entrevista onde revela alguns dos benefícios dos contratos de Renting para as empresas.
Se não viu, confira aqui os pontos fundamentais.
Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?
- Vantagens Fiscais
As prestações do renting são 100% dedutíveis como despesas operacionais e não estão sujeitas ao imposto de selo sobre os juros e abertura de crédito. Geralmente, o IVA é dedutível; quando não dedutível tem um menor impacto na tesouraria, uma vez que o seu pagamento é distribuído pela duração do contrato. - Redução de custos
Uma vez que as companhias de renting revendem o equipamento no final do contrato de renting, quando efectuam uma oferta ao cliente não consideram o custo de aquisição do equipamento por completo. Consequentemente, o valor actual da soma das prestações é inferior ao custo de aquisição do equipamento, permitindo realizar poupanças significativas. - Permite manter a liquidez e as linhas de crédito intactas
Uma velha regra de ouro diz: comprar recursos apreciáveis e alugar recursos depreciáveis. Em vez de empatar capital em activos de rápida depreciação como é o caso dos computadores, impressoras, servidores, etc., pode pagar o activo ao mesmo tempo que ganha os benefícios do seu uso. Ao pagar a despesa do renting em prestações mensais, as empresas mantêm o seu capital circulante e linhas de crédito disponíveis para aplicar nas actividades que produzem lucro.
Um outro benefício financeiro é o facto de o renting manter a dívida da empresa fora do balanço, melhorando desse modo os rácios financeiros da empresa. - Financiamento a 100% sem entrada inicial
A maior parte dos métodos tradicionais de financiamento requerem um montante de entrada significativo que pode atingir os 50 por cento. O renting informático permite adquirir o equipamento sem necessidade entrada. - Evita reduzir o custo do inventário no final da vida útil do equipamento
O que se segue é um cenário bastante comum: Um activo T.I. é depreciado em cinco anos enquanto que a sua vida útil é de apenas três. Após três anos, a empresa é forçada a continuar a usar o equipamento velho colocando-o num armazém para continuar a sua depreciação, ou aceitar uma perda contabilística. Com o renting informático esta situação não se coloca, pois este permite fazer corresponder o tratamento contabilístico à vida útil do equipamento. - Prestações regulares com pagamentos mais fáceis de planear
As prestações mensais do renting permanecem constantes, garantindo estabilidade e previsibilidade num pequeno montante diluído na despesa mensal. - Gestão do Ciclo de Vida do equipamento
Enquanto o valor do hardware diminui, em simultâneo, os custos associados à sua utilização aumentam.
Os custos de aquisição de hardware apenas representam 20 a 25% dos custos totais da utilização do equipamento. As empresas que compram o seu equipamento T.I., focam-se apenas no custo de aquisição, perdendo de vista o custo total do ciclo de vida do equipamento. Faz mais sentido considerar, à partida, todo o ciclo de vida e tomar as decisões em conformidade. - Renovação Automática
Pesquisas efectuadas pela Gartner e pelo grupo Robert Frances demonstram que substituir um desktop após três anos é financeiramente mais eficiente do que mantê-lo por um período superior. Isto acontece porque as economias no custo do hardware são compensadas pelo aumento do custo de manutenção, suporte técnico e tempo de inactividade devido a falhas relacionadas com o equipamento. - Gestão de activos
A maioria das empresas de renting oferece algum tipo de ferramentas de controlo de activos, retirando um pouco este "peso" dos ombros do gestor. A gestão de activos, fornecida como um serviço gratuito, proporciona uma redução de custos e controlo consideráveis.