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Espaço do Nelson

Visão Informada Sobre Todas as Actividades de um Sistema Ostensivamente Comparado com a Insígnia da Alma que lhe deu a conhecer a Luz.
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11/2/2009

Relatório sobre segurança publicado pela Microsoft coloca Portugal na «lista negra»

O relatório agora publicado pela Microsoft vem acrescentar mais alguns dados ao que já se conhece em matéria de segurança informática. O novo documento traça uma análise global aos mais variados tipos de software malicioso, bem como a um conjunto de venerabilidades detectadas, tanto no software da Microsoft Corporation como no software de terceiros. Segundo a Microsoft, os dados foram obtidos através da ferramenta “Microsoft Malicious Software Removal Tool”, após ter sido executada em milhões de computadores dispersos pelo mundo e medidos de acordo com o número de computadores “desinfectados” por cada 1000 execuções.

Figura 1 - Taxas de infecção por país/região no 1º semestre de 2009

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De acordo com a Figura 1, Portugal regista um número entre 21 a 26 computadores infectados por cada 1000, situando-se em 13º lugar num ranking onde estão incluídos 212 países.

 

Figura 2 - Categorias de ameaças em todo o mundo e nos oito locais com o maior número de computadores desinfectados, por incidência entre todos os computadores desinfectados, no 1º semestre de 2009

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No que respeita às categorias que representam ameaças para os utilizadores, pode ver-se que nos Estados Unidos, no Reino Unido, em França e na Itália, os Cavalos de Tróia representaram a maior categoria única de ameaça. Esta categoria é igualmente representativa para a Europa em geral. Já no Brasil, pode constatar-se que são os sites de Phishing a vulnerabilidade mais explorada a este nível.

O estudo reflecte ainda que são os Worms e os Cavalos de Tróia as excepções de segurança mais detectadas pelos sistemas de Antivírus.

Outros dados

· As taxas de infecção do Windows Vista são significativamente menores que as do Windows XP em todas as configurações no 1º semestre de 2009.

· A taxa de infecção do Windows Vista SP1 foi 61,9 % é menor que a do Windows XP SP3.

· Comparando as versões RTM, a taxa de infecção do Windows Vista foi 85,3 % foi menor que a do Windows XP.

· A taxa de infecção do Windows Server 2008 RTM foi 52,6 % é menor que a do Windows Server 2003 SP2.

· Os utilizadores que procederam à actualização do seu sistema por via da instalação dos últimos Service Packs obtiveram índices de segurança superiores ao que não o fizeram.

Conclusão

Apesar de em causa estar um problema global, Portugal regista um conjunto de questões preocupantes que se prendem a vulnerabilidade dos seus sistemas de informação, seja ao nível privado, empresarial e público. Pela sua característica, estes problemas podem contribuir em larga medida para o mau desempenho do país no que respeita à defesa dos seus interesses nacionais e económicos.

Por outro lado, este também pode ser o momento indicado para desenvolver esforços no sentido da redução deste problema, o que implicará, necessariamente, um esforço de actualização por parte de toros os intervenientes, ou seja, pelas empresas, pelo estado e pelas pessoas.

Mais informação

Site Oficial do Microsoft Security Intelligence Report (SIR)
Download do Relatório

10/26/2009

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Informações do Item

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Localização: Lisboa, Portugal
Disponível para: Mundo

10/15/2009

Estudo revela dados sobre pirataria de software na plataforma iPhone

Já não é de agora que se sabe da existência de software pirata para os Apple iPhone, bem como para os iPod Touch. A técnica para carregar software pirata para dentro das máquinas da Apple é denominada por Jailbreaking e permite que, depois de modificados (crackados) os iPhones, os utilizadores consigam instalar software não aprovado (certificado) nos mesmos. Sobre esta técnica, há quem defenda que a possibilidade de carregar software ilegal é o menos importante, pois o que realmente interessa é ter mais controlo sobre o equipamento. Pessoalmente, discordo dessa opinião.

Mas, o que não se sabia era como, e em que quantidade, o software pirata circula nos iPhones por este mundo fora. Um estudo realizado pela Pinch Media, em que foram analisados 4 Milhões de iPhones, demonstra que em 38% existia software pirata. Contudo, a consultora acredita que a taxa de incumprimento possa ser ainda maior, pois justifica que muitos utilizadores procuraram proteger-se tornando impossível a análise dos seus dispositivos.

O Fenómeno é Global

O presente estudo revela também que o fenómeno é global. Países como a China, a Rússia e o Brasil aparecem no TOP do Ranking de países com mais dispositivos a usar software pirata. O problema é, no entanto, global e por conseguinte não se pode afirmar que esteja localizado só a uma região do globo.

“Try before you Buy” – O argumento não pega junto da comunidade de utilizadores

Grande parte das aplicações disponíveis no App Store dispõem de uma versão “Lite”, gratuita mas muito limitada quando comparada com a versão final. As versões Lite dão a possibilidade do utilizador proceder a uma prévia avaliação das ferramentas antes de decidir se as vai realmente adquirir.

O que este estudo revela é que a possibilidade de testar primeiro e só comprar depois não é deveras adoptada pela grande maioria dos utilizadores, o que leva a crer que a maioria opte pela oferta ilegal. Concluiu-se que a taxa de conversão entre a versão Lite e a versão completa é de apenas 7,4%, o que quer dizer que apenas 1 em 14 utilizadores opta por adquirir a versão completa depois de ter testado a versão Lite. Já no que concerne à taxa de conversão de um produto pirata para um produto genuíno, ela é ainda menor, de apenas 0,43%, isto é, apenas 1 em cada 233 utilizadores opta por instalar uma solução legal depois de ter testado a versão pirata.

Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?

483236 No passado dia 9 de Outubro, Sérgio Nunes, Administrador da GRENKE, concedeu ao TEK do Sapo uma entrevista onde revela alguns dos benefícios dos contratos de Renting para as empresas.

Se não viu, confira aqui os pontos fundamentais.

Que benefícios poderá ter uma PME ao realizar um contrato de renting?

  • Vantagens Fiscais
    As prestações do renting são 100% dedutíveis como despesas operacionais e não estão sujeitas ao imposto de selo sobre os juros e abertura de crédito. Geralmente, o IVA é dedutível; quando não dedutível tem um menor impacto na tesouraria, uma vez que o seu pagamento é distribuído pela duração do contrato.
  • Redução de custos
    Uma vez que as companhias de renting revendem o equipamento no final do contrato de renting, quando efectuam uma oferta ao cliente não consideram o custo de aquisição do equipamento por completo. Consequentemente, o valor actual da soma das prestações é inferior ao custo de aquisição do equipamento, permitindo realizar poupanças significativas.
  • Permite manter a liquidez e as linhas de crédito intactas
    Uma velha regra de ouro diz: comprar recursos apreciáveis e alugar recursos depreciáveis. Em vez de empatar capital em activos de rápida depreciação como é o caso dos computadores, impressoras, servidores, etc., pode pagar o activo ao mesmo tempo que ganha os benefícios do seu uso. Ao pagar a despesa do renting em prestações mensais, as empresas mantêm o seu capital circulante e linhas de crédito disponíveis para aplicar nas actividades que produzem lucro.
    Um outro benefício financeiro é o facto de o renting manter a dívida da empresa fora do balanço, melhorando desse modo os rácios financeiros da empresa.
  • Financiamento a 100% sem entrada inicial
    A maior parte dos métodos tradicionais de financiamento requerem um montante de entrada significativo que pode atingir os 50 por cento. O renting informático permite adquirir o equipamento sem necessidade entrada.
  • Evita reduzir o custo do inventário no final da vida útil do equipamento
    O que se segue é um cenário bastante comum: Um activo T.I. é depreciado em cinco anos enquanto que a sua vida útil é de apenas três. Após três anos, a empresa é forçada a continuar a usar o equipamento velho colocando-o num armazém para continuar a sua depreciação, ou aceitar uma perda contabilística. Com o renting informático esta situação não se coloca, pois este permite fazer corresponder o tratamento contabilístico à vida útil do equipamento.
  • Prestações regulares com pagamentos mais fáceis de planear
    As prestações mensais do renting permanecem constantes, garantindo estabilidade e previsibilidade num pequeno montante diluído na despesa mensal.
  • Gestão do Ciclo de Vida do equipamento
    Enquanto o valor do hardware diminui, em simultâneo, os custos associados à sua utilização aumentam.
    Os custos de aquisição de hardware apenas representam 20 a 25% dos custos totais da utilização do equipamento. As empresas que compram o seu equipamento T.I., focam-se apenas no custo de aquisição, perdendo de vista o custo total do ciclo de vida do equipamento. Faz mais sentido considerar, à partida, todo o ciclo de vida e tomar as decisões em conformidade.
  • Renovação Automática
    Pesquisas efectuadas pela Gartner e pelo grupo Robert Frances demonstram que substituir um desktop após três anos é financeiramente mais eficiente do que mantê-lo por um período superior. Isto acontece porque as economias no custo do hardware são compensadas pelo aumento do custo de manutenção, suporte técnico e tempo de inactividade devido a falhas relacionadas com o equipamento.
  • Gestão de activos
    A maioria das empresas de renting oferece algum tipo de ferramentas de controlo de activos, retirando um pouco este "peso" dos ombros do gestor. A gestão de activos, fornecida como um serviço gratuito, proporciona uma redução de custos e controlo consideráveis.
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Actualização à primeira versão do SAF-T PT

SAF-T PT A Portaria n.º 1192/2009 de 8 de Outubro veio actualizar a já existente (Portaria n.º 321-A/2007), que define a norma SAF-T PT.

O SAFT consiste num ficheiro para auditoria, obrigatório desde 1 de Janeiro de 2008, exportado por todas as ferramentas auxilio à gestão nas áreas de contabilidade e facturação que sejam utilizadas em território português ou por empresas que operem em Portugal. Esse ficheiro tem que cumprir um conjunto de normas impostas pela Portaria e uma estrutura homogénea, o que quer dizer que a estrutura do ficheiro terá que ser idêntica independentemente da solução de gestão adoptada pelas empresas.

Esta nova alteração pretende adaptar o ficheiro produzido ao Sistema de Normalização Contabilística (SNC), bem como à futura Certificação do Software de Facturação, que prevê que todas as aplicações deste género sejam certificadas pelo Ministério das Finanças.

Mais informação:

Portal das Finanças
Visualizador Saft-PT 1.0
SAF-T PT (Sage Portugal)

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Cibercrime: Lei entra em vigor

Cibercrime Para os mais distraídos, relembro que hoje entra em vigor a nova Lei do Cibercrime.

A partir de agora, actos como a difusão de vírus pela Internet ou qualquer outro código malicioso com o intuito de prejudicar terceiros, bem como qualquer tipo de acesso ilegítimo passam a ser punidos de forma mais severa. Há, contudo, ainda mais aspectos a considerar, pelo que aconselho à leitura da Lei n.º 109/2009.

Apesar de haver quem defenda que a lei está desenquadrada da realidade, e que pode até vir a acrescentar novas dificuldades, como o impedimento de desenvolver software ligado à área da segurança, considero que a Lei está bem concebida e que defende os meus interesses sobre esta matéria enquanto cidadão. É bom e necessário que se critique, pois só assim se chega a um verdadeiro consenso, mas esta lei era necessária pelo que não reconheço nenhuma razão nas críticas que algumas associações lhe têm feito (ANSOL e LED).

É bom relembrar que no que ao desenvolvimento (escrita) de software diz respeito, as vulnerabilidades dos sistemas informáticos não devem ser testadas de forma intencional num ambiente público (aberto) sob pena de colocar os cidadãos, as empresas e o Estado em risco. De igual modo, testar vulnerabilidades dessa forma é agir sem qualquer noção de responsabilidade social, daí que esta lei venha criminalizar esse tipo de actos.

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10/10/2009

Synth: Rotunda dos Pastorinhos em Fátima

Há já algum tempo que venho a utilizar esta tecnologia com alguma regularidade. Desta feita, criei um Synth com 146 fotos que tirei na cidade de Fátima no fim-de-semana passado.

Click to view the synth.

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10/7/2009

Sporting apaga comentários «indesejados» na sua página oficial no Facebook.

sporting Pude constatar há pouco que certos e determinados comentários, menos abonatórios para o Presidente José Eduardo Bettencourt e para o treinador Paulo Bento, foram apagados da página oficial do Sporting Clube de Portugal no Facebook. Quando digo página oficial no Facebook, refiro-me obviamente um canal do Sporting, gerido por membros do Sporting e por isso da inteira responsabilidade do Sporting.

Esta é por ventura uma atitude pouco democrática e que atenta contra o que foi defendido pelo actual presidente em funções quando ainda se encontrava em campanha. Relembro que José Eduardo Bettencourt prometeu criar e dinamizar novos meios de comunicação por forma aproximar o clube dos sócios e adeptos. As páginas do Facebook e do Twitter foram resultado dessa mesma política.

Pois bem, esta é por ventura, uma atitude de quem, na sequência de acontecimentos recentes, está de cabeça perdida e é incapaz de reconhecer que são atitudes como esta que afastam os sócios, principalmente num momento tão sensível como o actual, em que estamos a poucos dias da realização de uma Assembleia Geral onde se vai decidir o futuro do clube.

O acto de eliminar comentários indesejados desta forma, só porque no seu conteúdo constavam notas de desagrado para com os membros dirigentes e alguns funcionários, mas sem nunca ofender literalmente ninguém, revela que esta direcção, à semelhança das anteriores, teme e rejeita por completo a relação com os sócios. Revela igualmente que o actual presidente mentiu quando disse querer aproximar os sócios do clube. Pior, a verdade é que tal acto veio demonstrar, mais uma vez, que a voz dos sócios não é bem-vinda para os dirigentes do clube, e que estes o preferem continuar a dirigir ao seu belo prazer, da forma que mais lhes convém e sem sequer ponderar a legítima opinião daqueles a quem por direito é condida essa legitimidade.

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9/17/2009

Office Web Apps vai correr sobre os serviços do Windows Live

Apesar de nunca aqui ter falado, seguramente que já ouviu falar da suite Office Web Apps que a Microsoft pretende lançar para fazer frente à Google, que já há muito que disponibiliza o Google Docs.

O Office Web Apps é na prática o nosso Microsoft Office caseiro, mas com a particularidade de ser acessível a partir de qualquer lado, pois, vai correr directamente na Internet. Quando for lançado, mais de 500 milhões de utilizadores em todo mundo terão acesso ao Word, Excel e Powerpoint de forma gratuita e com a mesma qualidade que encontramos no Desktop.

Perguntava-se, contudo, sobre como, e de que forma, é que a Microsoft iria disponibilizar o Office Web Apps. Já não é segredo. Recentemente, no Blogue Oficial da equipa responsável pelo projecto, o mundo ficou a saber que este novo produto será disponibilizado através da rede Windows Live, e que os utilizadores poderão utilizar o espaço disponível (25 GB) na sua área do Skydrive para guardar os seus documentos.

Web Excel Web Powerpoint Web Word
Veja também o vídeo

Neste momento, a Microsoft está a disponibilizar o Office Web Apps a uma comunidade muito reduzida de utilizadores, contudo é provável que todos o venhamos a poder testar ainda antes da data de lançamento.

9/14/2009

Microsoft PowerPoint 2010 vai ter funcionalidade de Co-Authoring

Num artigo publicado no Blogue Oficial da aplicação, a equipa responsável pelo projecto anunciou que o PowerPoint 2010 vai suportar «co-authoring».

Mas o que é isto do co-authoring? Aparentemente é a possibilidade de vários utilizadores poderem abrir e editar em simultâneo a mesma apresentação.

De entre as muitas vantagens, destaca-se o facto de com esta funcionalidade desaparecerem – ou poderem vir a desaparecer – os muitos emails com revisões e mais revisões da mesma apresentação ou as diferentes versões do mesmo documento espalhadas por diferentes máquinas ao longo da nossa organização, o que até agora torna por vezes complicadas as coisas. Passará a ser possível disponibilizar um documento numa pasta partilhada e a partir dela tornar o mesmo acessível a um vasto número de utilizadores, não esquecendo aqui a possibilidade de disponibilizar a mesma informação numa lógica de cloud cumputing.

Eu, que até andava um tanto ou quanto desapontado com as melhorias da futura versão do Microsoft Office, com excepção ao Outlook é claro, pois está bem melhor que o anterior, digo que fiquei bem mais animado com o anúncio desta nova funcionalidade.

 

Nelson Lopes

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